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Política

Deputado ironiza caos adrianista com história sobre gestão caloteira

Em sugestiva obra de ficção, Pedrossian Neto conta como um desastre financeira e gerencial causa o caos numa cidade

Publicada em 05/04/2025 às 17:03h | msnoticias.com.br/  | 145 visualizações

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Deputado ironiza caos adrianista com história sobre gestão caloteira
 (Foto: msnoticias.com.br/)


Ao divulgar nas redes sociais a história da pessoa que administrava uma cidade e implantou nela o caos por pura incompetência, o deputado estadual Pedrossian Neto (PSD) fez questão de registrar que seu texto é uma obra de ficção e qualquer semelhança com casos reais terá sido mera coincidência. No entanto, basta prestar atenção nos detalhes da narrativa para atestar que se trata de uma realidade vivida pelos mais de 900 mil campo-grandenses, vitimadas pelo estelionato eleitoral de promessas não-cumpridas.

A história é assim narrada por Pedrossian Neto:

“Era uma vez uma cidade sem 13º para pagar os servidores públicos. A pessoa que comandava a cidade não podia fazer feio na eleição e disse que já tinha todo o recurso guardado. Com medo do vexame, ela se esforçou. Pedalou, pedalou, pedalou...juntou o dinheiro de todas as contas que podia — e até, dizem, das que não podia — e finalmente pagou a conta. Ufa! Deu certo!

Mas, terminada a eleição, era necessário devolver o dinheiro emprestado para as contas correntes. Foi aí então que faltou dinheiro pra todo o resto. E a cidade virou um caos. Chegou janeiro e o salário do servidor entrou atrasado. Aí chegou fevereiro e a empresa que cuida da manutenção foi dispensada do corte do mato. A cidade virou um matagal!

Aí chegou março, e o hospital fechou as portas para atender aos pacientes. Aí chegou abril e o asfalto da cidade já tinha mais crateras que a lua. Aí chegou maio e o servidor não teve reajuste. Gente do céu! Que ano comprido! Aí a pessoa pensou: 'A culpa é minha e eu boto ela em quem eu quiser. Já sei: vou jogar a culpa no meu antecessor'. Mas, será que depois de três anos essa desculpa ainda vai colar?  

Gente, esta é uma história de ficção, e qualquer semelhança com a sua cidade é mera coincidência”. (Fim). Eis o vídeo:

A “COINCIDÊNCIA”

Avenida Ernesto Geisel em Campo Grande (MS). Foto: Tero Queiroz Avenida Ernesto Geisel em Campo Grande (MS). Foto: Tero Queiroz 

No seu enredo ficcional, Pedrossian Neto, que já foi secretário municipal de Finanças e entende muito bem destas questões, aborda um cenário ajustado à realidade de Campo Grande (MS). A prefeita Adriane Lopes (PP), reeleita com votos de gente que acreditou em promessas fantasiosas não-cumpridas, impõe à cidade e aos seus eleitores o amargo vexame de um flagrante estelionato eleitoral.

O quadro social e econômico da cidade é dos mais vergonhosos e marcado por cenas de sofrimento e humilhação, com intermináveis filas à espera de atendimento na rede pública de saúde, ruas intransitáveis tomadas por buracos e serviços precarizados de transporte coletivo. A raiz de tudo é a grave crise financeira, causada pela incapacidade na gestão do dinheiro dos contribuintes e pelas pedaladas da prefeita.

Se uma moto atingir a cratera, pode ocorrer um acidente violento. Foto: Tero QueirozSe uma moto atingir a cratera, pode ocorrer um acidente violento. Foto: Tero Queiroz

Este triste cenário pode ser resumido por algumas das situações que revelam a falta de intimidade de Adriane com a arte de governar. Já no seu primeiro mandato, com a edição de uma folha secreta para ocultar repasses suspeitos e outras barbeiragens financeiras, sua gestão foi obrigada pelo Tribunal de Contas a assinar um Termo de Ajustamento de Gestão (TAG), após o órgão fiscalizador apontar diferença de R$ 386.186.294,18 na folha de pessoal. Ela não cumpriu o que assinou.

AFUNDANDO A CIDADE 

Em 2024, na campanha pela reeleição, Adriane escondia que não tinha dinheiro em caixa para pagar o 13º salário dos servidores. Descoberta, e para se safar, afundou mais sua administração: cortou salários, boicotou direitos trabalhistas, aplicou calotes nos 20 maiores fornecedores e prestadores de serviços básicos — entre eles as empreiteiras responsáveis pelas operações tapa-buracos e a Solurb, concessionária da coleta de lixo. Até os hospitais, como a Santa Casa, ficaram sem os repasses regulares.

Por fim, a pedalada mais grotesca na ânsia de pagar o 12º salário do funcionalismo: com apoio da senadora Tereza Cristina (PP), a prefeita tentou persuadir o governador Eduardo Riedel (PSDB) a liberar R$ 40 milhões do do Fundo Estadual de Saúde para o Fundo Municipal; Riedel não entrou nessa de novo, porque semelhante operação havia sido feita em 2022. E então Adriane foi direto ao Fundo Municipal de Saúde, com a eficiência de sua secretária de Finanças, Márcia Okama, sacou o dinheiro e pagou os servidores. Ao que se sabe, até hoje este dinheiro não foi devolvido à sua fonte originária, o Fundo Municipal de Saúde.

 

 




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